18 de ago. de 2011

Próxima parada: NY!

Sou mãe de família e amo meu maridón e minha filhota, mas vida de mãe cansa! É por isso que, desde o começo do ano, comecei a planejar uma semana de férias da minha persona mãe e esposa com uma amiga, também mãe de família. Debutar em NY com uma amiga de infância foi o máximo. Passamos sete dias andando muito - leia-se MUITO. Tive até de comprar um tênis de caminhada, o que não fazia desde meus 15 anos, porque joelho de balzaca sofre. Nos divertimos muito, rimos à beça e voltamos renovadas. Nos próximos posts, um pouco do que você já leu, mas eu nunca escrevi. E algumas boas descobertas.

17 de ago. de 2011

Sanduíche de pernil

Oi? Tem alguém aí? Bom, estou de volta, mas em clima de fim de férias + inferno astral. Falta tempo e inspiração. E, enquanto tento buscar ideias para o meu aniversário, mais um post requentado procês, o sanduíche de pernil da minha festa de aniversário do ano passado. A festa de boteco teve batatinha em conserva e buraco quente. Ficou tudo delicioso. Mas o pernil, em especial, ficou um arraso. Ele foi temperado com três dias de antecedência e ficou o dia todo assando para, no fim do dia, receber os pimentões, tomates, etecetará.
O sanduíche de pernil foi um desafio extra, já que nunca tinha assado um pernilzão de 5 quilos. Nem temperado. Por isso, pedi ajuda aos universitários, no caso a minha vizinha e amiga Cris (aquela dos Cupcakes da Cris!). Na quarta-feira, batemos no mixer todo o tempero, fizemos cortes na carne e eu deixei a carne marinando na geladeira por dois dias, virando a peça de tempos em tempos. Na sexta, o pernil ficou no forno por cerca de 5 horas para daí, finalizar o prato. Para mim, foi o melhor da festa. Ficou incrível.

O que usar:
Para o tempero
- 5 kg de pernil*;
- 1 cabeça de alho;
- 3 cebolas;
- temperinho pronto caseiro (alho, cebola, sal e manjericão, feito pelo pai da Cris que, por sorte, sempre me abastece também);
- 800 ml de suco de limão rosa;

Como fazer:
O limão rosa estava enorme e mais parecia uma mexirica! Sorte a minha, que espremi o limão no espremedor de sucos. Daí batemos no mixer o alho, a cebola, o tempero caseiro e o suco. Com uma faca bem pontiaguda, a Cris descontou o stress no pernil. Furou de um lado, de outro, e mais um pouco.

Depois de marinar por dois dias, o pernil foi para o forno baixo coberto com papel alumínio (feche bem). Por três vezes eu abri o papel e reguei a carne com o tempero da assadeira. No meu forno, demorou umas cinco horas.

Para o sanduíche
- 5 pimentões (vermelhos, amarelo e verde) em tirinhas;
- 3 cebolas grandes em rodelas;
- 1 cabeça de alho;
- 6 tomates grandes;
- 1 vidro de molho inglês;
- 4 pimentas dedo de moça (sem sementes);
- óleo;
- sal;

Como fazer:
Corte o pernil assado e reserve. Na panela, coloque o óleo, doure o alho, junte a cebola e o pimentão até ele ficar macio. Junte o tomate picado e a pimenta. Quando estiver tudo murcho, junte a carne picada grosseiramente (de tanto mexer, a carne vai desfiando, por isso não a corte muito pequena). Mexa tudo e pronto. Se fizer isso de véspera, melhor ainda. No dia da festa, esquente a carne em uma frigideira funda e sirva com pão francês fresquinho com algumas gotas de molho inglês. (Na festa, usei mini-pães).

* 5 kg de pernil serve bem cerca de 60 pessoas. Lembrando que servi outros lanches. Se servir só pernil, compre 8 kg de carne.

13 de ago. de 2011

O charme de Trancoso e a Barraca do Jonas

Eu não vou ser a primeira a dizer isso, mas vou cair no lugar-comum: Trancoso é um charme! Pode ter, mesmo em baixa temporada, aqueles guias mirins caçadores de turistas que são um pouco irritantes, é verdade. Mas chegar ao famoso Quadrado e ver as praias lá embaixo é muito gostoso. As casas do Quadrado são lindas, cheias de lojinhas de artesanato e restaurantes, que, mesmo estando a centenas de quilômetros de distância de São Paulo, praticam os preços do Iguatemi, mas tudo vale a pena. Quando estivemos em Santo André decidimos alugar um carro para passar um dia em Trancoso, já que não conhecíamos. Pegamos a balsa para Cabrália, passamos reto em Porto Seguro, Arraial d'Ajuda e, depois de visitar o Quadrado, fomos conhecer a Barraca do Jonas.
A Barraca do Jonas fica na Praia dos Coqueiros, uma das mais próximas do Quadrado. Como não tínhamos muito tempo, foi uma ótima escolha. Logo que você chega à praia, os tais guias querem logo te empurrar para uma barraca (e ganhar com isso, claro), mas nos mantivemos firmes e fortes na nossa escolha. Que bom. Enquanto a maioria das outras têm cadeiras de plástico, música alta e turistas que chegam em penca, a do Jonas é bem tranquila, tem cadeira de madeira, marca registrada do povoado e comida de primeira.
Os preços dos peixes variam de acordo com o tamanho de cada um. E para provar que eles estão fresquinhos, o garçom traz em uma bandeja algumas opções. Escolhemos o peixe vermelho, que era o bom do dia, e foi, sem dúvida, o melhor peixe que eu comi na viagem. É bom pedir o prato com antecedência porque o preparo é demorado, em forno à lenha, mas, gente, o peixe fica macio de um tanto, sem desmanchar.
E, no melhor estilo baiano, vem acompanhado de algumas guarnições: salada, arroz, feijão, pirão e uma deliciosa farofa de banana. Divina, divina.
Depois do peixe, é só esperar passar na areia o tabuleiro de palha com brigadeiros e beijinhos para garantir a sobremesa. Voltamos para Santo André à noitinha e nem ficamos cansados, de tanto que o passeio foi gostoso.
* Os pratos na Barraca do Jonas custam, em média, R$ 80. São mais caros do que os de Santo André, mas bem menores do que os dos restaurantes do Quadrado.
* Lá no alto, a minha pequena com a igreja São João Batista no fundo. Tanto uma como outra são... um charme! Já usei esse adjetivo nesse post?

12 de ago. de 2011

Praia do Guaiú

Ok, um povoado com cerca de 500 habitantes é muito agito para você, não tem problema. Perto de Santo André, no sul da Bahia, existe a praia do Guaiú, onde, com certeza, você vai se sentir no meio do nada. A praia é bem extensa e, pelo que vi, tem apenas duas barracas estruturadas. E, além de mar calminho e muito sol, um rio, o Guaiú, para dar um charminho extra. São cerca de dez quilômetros entre uma praia e outra que podem ser vencidos a pé, para os mais fitness, de carro (alugado ou taxi), para os preguiçosos, ou de busão de linha, para os turistas roots, como eu, o marido e a pequena Lolinha. O ônibus passa a cada hora e não leva dez minutos para chegar, mas, ao descer na pista, é preciso caminhar um quilômetrozinho. Na ida, ok, mas na volta, com o sol no coco, com criança no colo, todo mundo cansado, vixe, dá para repensar a opção...
A barraca escolhida e recomendada foi a da Maria Nilza, uma senhora simpática que estampa, com um chapéu de palha e um sorriso brejeiro, não só os cartões do restaurante como o cardápio. Logo na entrada, recortes de jornais com matérias elogiando o restaurante. O lugar é bem agradável, as mesas são cobertas com toalhas de renda, as cadeiras de sol com esteiras de palha e as "louças" são de barro, rústicos e lindos. Nós escolhemos o prato mais famoso da casa, o arroz com polvo. O arroz com polvo, citado e elogiado em tudo quanto é matéria, sinceramente, não agradou ao nosso paladar, achamos pesado demais. Mas, conversando com outros turistas, decidimos que na próxima vez vamos de moqueca!
Mas se tem uma coisa que me agradou foi o banheiro! Gente, o banheiro é aberto e tem a vista do rio, que está na foto lá no alto. A tampa do vaso tem capinha de crochê, todo mimoso. Só dá medo de chegar alguém e espiar pelas frestinhas da parede de palhinha. Ui!
Na saída, Maria Nilza - e seu chapéu de palha e seu sorriso brejeiro - presenteia os clientes com folhinhas de trevo de quatro folhas e pede para você tirar um papelzinho de uma caixinha, com uma mensagem bonitinha. Super meigo.

* Só para constar, não foi o arroz com polvo que me levou até o banheiro. :)

11 de ago. de 2011

Restaurante Gaivota

Olha que maravilha esse deque em frente ao rio João de Tiba, em Santo André, na Bahia. E como se não bastasse a paisagem - e o pôr-do-sol - o restaurante Gaivota ainda tem um peixinho bom demais. O prato mais famoso é a moqueca (R$ 45, para 2 pessoas), mas como é difícil encarar moqueca dia após dia, sob sol escaldante, tem também peixe grelhado, salada, molho de camarões...
A Ana, bióloga e dona do restaurante, é super atenciosa e faz o translado dos clientes até o hotel. É um pouco repetitivo dizer que todo mundo por lá é simpático, mas é verdade. Tanto os moradores como os turistas são super tranquilos. Para vocês terem uma idéia, no dia em que fui ao Gaivota o marido não queria comer moqueca, pois eu comi mesmo assim, fazendo um pratinho da moqueca da mesa vizinha! Juro que eles me ofereceram! :)
A moqueca vem borbulhando e acompanha aquela farinha divina que só na Bahia tem. Bom demais e preço camarada.

10 de ago. de 2011

Restaurante Corsário

Não tem como resistir a esse balcão da Coca-Cola, fala sério, queria um desses no meio da minha sala! E, o melhor, é que dele saem não só cocas, mas cervejas ultra geladas, mofadas, como falam. Esse balcão charmoso é uma das atrações da Pousada e Restaurante Corsário, lá em Santo André, no sul da Bahia. A pousada, que tem outros dois endereços - Paraty e Búzios - tem um restaurante super gostoso, com pratos deliciosos. Para quem vai com criança, uma atrativo extra, a Néia, garçonete atenciosa que adora bancar babá e leva um super jeito para distrair as crias.
O restaurante fica em um gramado, em frente ao rio, e tem um cardápio enxuto, mas de qualidade. Eu fui de camarão gigante com abacaxi, servido de arroz com lascas de coco. Super bem servido, super incrível. Queria comer um desses por semana...
* Para os hóspedes interessados, um adendo: como a pousada fica na beira do rio, não há "praia". Para pisar na areia é preciso andar um pouquinho, o que não é nenhum grande problema.

9 de ago. de 2011

Casa Praia

As matérias de turismo já publicadas sobre Santo André, na Bahia, invariavelmente falam que a praia é a nova Trancoso, que alia com o mesmo esmero o rústico e o chique, que, de Trancoso, só não tem os altos preços, blá, blá, blá... Mas o que sempre me chamou atenção não foram as comparações entre as duas, que ficam a cerca de 80 km de distância, mas o fato de em Santo André ter um restaurante tão interessante como o Casa Praia. Já no primeiro dia, ligamos para fazer a reserva. E que delícia. O Casa Praia pertence a dois argentinos, Pablo e Amadeo, que saíram de Rosário, na Argentina, onde tinham um restaurante charmosésimo, para trabalhar em uma pousada em Santo André. O problema é que não se via o mar da cozinha e, portanto, que vantagem eles tinham em morar na praia? Foi aí que eles acharam uma casa abandonada e, aos poucos, foram a transformando em um dos lugares mais acolhedores de Santo André. Com direito, é claro, a uma cozinha com vista para o mar.
Tudo isso eu sei porque eles nos contaram e também porque eles mantém na sala, ou melhor, no salão do restaurante, álbuns com a história deles. As memórias também estão no cardápio, que mais parece um livro de anotações de viagens. O chutney que comeram na Índia, o assado da Argentina, pratos da Grécia, Espanha, Malásia... Todos os sabores degustados por eles servem como base para uma cozinha criativa e deliciosa. Enquanto Amadeo fica na cozinha, Pablo serve o salão. E que salão. Louças de antiquário são misturadas com objetos tão simples como a casca torcida das árvores, aquela que eu adorava pisar quando criança e ouvir o "crec". A casca vira porta guardanapo, o chapéu de palha, cúpula de luminária, o bambu, capa do cardápio e assim por diante.
A minha vontade era voltar todos os dias ao restaurante e degustar todo o cardápio, escutar por mais tempo a seleção musical fantástica que eles têm e deixar a Lorena rolar ainda mais no chão com a Odara, a rotweiller deles... Mas seria meio insano. Na nossa primeira visita fomos super contidos e provamos apenas alguns pratos, como o Satay, espetinho de legumes com ares da Indonésia, acompanhado de chutney de manga (que deveria ser vendido em vidros de compota!).
O marido disse que esse peixe na folha de bananeira recheado com coco fresco e gergelim, acompanhado de chutney de cenoura, gengibre e passas foi o melhor que ele comeu nos últimos tempos. Foi até cansativo ficar ao lado e escutar os tantos humms-humms que ele fazia.
O meu arroz de camarão também estava incrível, com um toque apimentado delicioso.

* Lá no alto, o chef Amadeo. O Pablo, arquiteto e artista plástico, fica servindo o salão. A dupla é tão simpática que dá vontade de pedir para ser amigo deles. Eles dizem, aliás, que o restaurante é uma casa de amigos. Eu me senti tão à vontade que acho que da próxima vez vou pedir para ser amiga.
** O Casa Praia é o restaurante mais caro de Santo André, os pratos custam cerca de R$ 40 (caro padrão baiano, né paulistas!). Tem, além de pescados, pizzas caseiras e carnes argentinas. É, sem dúvida, uma das melhores coisas de Santo André.

8 de ago. de 2011

Santo André, Bahia

Naqueles cadernões de ofertas das agências de viagem, fica difícil saber qual pacote vale ou não a pena. Mas para quem gosta de praia com muito sol, pouca onda e pouca gente, Santo André, na Bahia, é uma ótima pedida. Sou suspeita, afinal, já fiz até festa de aniversário da minha pequena com o tema festa baiana.

Santo André fica para lá de Santa Cruz de Cabrália, a cerca de 30 quilômetros do axé de Porto Seguro. E isso, acreditem, faz muita diferença. Fora que são apenas 2h30 de voo o que, com criança, é ótimo. Depois, poucos minutos de estrada e uma balsa. Super light, juro!

Santo André tem ruas de terra e não mais do que 500 habitantes, que formam uma comunidade muito unida. A seguir, alguns dos melhores restaurantes de lá, para você se animar. Se você, como eu, gosta daquela praia que não tem nada de um lado e nada de outro, eu super recomendo.

Por lá não há (por enquanto) nenhum resortão, apenas um resort porte médio, o Costa Brasilis, hotel pé na areia, com boa estrutura (evite o all inclusive, a comida não é das melhores). Para quem quer uma acomodação mais intimista, há pousadas como a Jacumã, Araticum, Corsário, que conhecemos e adoramos, e Victor Hugo e Ponta de Santo André, que nos recomendaram.

* Para saber da vida da comunidade, acesse o Rede Furada, blog da Olimpia sobre Santo André.

5 de ago. de 2011

Férias: move, eat, learn

Estava procurando uma imagem para dizer que, urrú, chegou a minha vez de tirar férias, quando vi esta série de vídeos no blog do meu parceiro de ex-tadão Gustavo Miller. São três minutos de imagens de uma viagem de 44 dias de três amigos a 11 países. Bom, eu só terei uma amiga como companhia e irei a uma cidade só. Mas já colei inúmeros post it no meu guia e pretendo explorá-la ao máximo. Por ora, os vídeos e, a seguir, posts requentados em clima de férias de outro lugar imperdível: Santo André, na Bahia. Até breve.


MOVE from Rick Mereki on Vimeo.

EAT from Rick Mereki on Vimeo.

LEARN from Rick Mereki on Vimeo.

4 de ago. de 2011

Irish potato cake

Não é pouca gente que já pega no meu pé: 'mas a Lorena não será filha única, né?' Os argumentos sempre são que filhos únicos são chatos, mimados, não sabem dividir. Pois eu conheço uma filha única super generosa, que adora reunir os amigos ao seu redor (eis outra característica). E essa amiga querida, sabida que é, se casou com um chef de cozinha. Fico só imaginando os pratos que saem da cozinha da Gê e do Pedro.

O Pedro de Carvalho já trabalhou em casas das mais diversas: Cesar Park, AMPGalaxy, no italiano Buttina, no russo Pittoresque, no francês Allez Allez... Culturas de diferentes cantos do mundo que agora ele leva para a casa dos clientes. Além de cursos personalizados, ele ainda criou o Chef em Casa para jantares com pequenos grupos. Ele vai até sua casa, prepara os pratos delícia e ainda deixa a cozinha em ordem. Não é um bom negócio? Dá uma olhada em alguns cardápios no site Chef Exclusivo.
E como eu adoro tirar casquinha dos amigos, pedi uma receita especial aqui pro blog e ele me enviou blinis. Blin, blintze ou mlyntze são uma espécie de panqueca nórdica, que pode ser feita de batata. Na Irlanda são bem populares, invariavelmente feitas apenas com batata e manteiga, e chamadas de irish cakes. Olha aí a receita. Dá vontade de fazer pra hoje!

Irish potato cake
O que usar:
- 500 g de batatas asterix cozidas com casca;
- 200 g de manteiga;
- 100 g de farinha de trigo;
- temperos à sua maneira (sal, pimenta, noz moscada...)

Como fazer:
Descasque e amasse as batatas enquanto quentes. Adicione a manteiga, os temperos e a farinha, amasse com as mãos até ficar homogênea (não coloque a farinha toda de uma vez, e só coloque tudo se necessário). Divida a massa em pedaços do tamanho de uma bolinha de pingue pongue e achate-os como um disco com 1 cm de espessura.
Em uma frigideira, coloque duas colheres de manteiga e um fio de azeite de oliva (para evitar que a manteiga queime), acrescente quatro unidades da massa com espaço entre elas e frite os disquinhos até ficarem dourados. Adicione mais manteiga na frigideira a cada leva, disponha as blinis em uma assadeira e asse por 5 a 10 minutos, para ficarem sequinhas e crocantes. (tempere as blinis com pimenta moída e especiarias assim que as tirar da frigideira, assim os sabores se firmam melhor no forno).

Cobertura:
O que usar:
- sour cream (iogurte natural + cream cheese + limão);
- noz moscada;
- espinafre marinado (com limão, pimenta rosa, grãos de mostarda e azeite);
- sal grosso triturado;
- especiarias;

Como fazer:
Misture iogurte natural com cream cheese, coloque algumas gotas de limão e um pouco de noz moscada e reserve. Escolha algumas folhas bem bonitas de um maço de espinafre, lave e coloque em uma travessa funda; tempere com limão cravo, pimenta rosa, grãos de mostarda e azeite de oliva, deixando marinar por alguns minutos. Disponha em uma travessa bem bonita alguns Irish Cakes quentinhos, coloque delicadamente uma colherada do creme com noz moscada e algumas folhas de espinafre marinado sobre o creme, salpique com sal grosso triturado com pimenta e especiarias.
Blinis também podem ser servidas com requeijão e geléia, com fruta caramelizada, com caviar e creme azedo (chique!), com pasta de azeitona, com bacalhau confitado ou o que mais você inventar. Afinal, batata não combina com alguma coisa?
* Obrigada, amiga. Meu blog ficou 100% Luxo com esta receita. Beijos especiais para o feijão(oa).

2 de ago. de 2011

Conserva de batata bolinha

Semana passada fui ao sítio de uma amiga e logo espiei uma conserva de batata bolinha em cima da mesa. Ia ter festa sábado e a conserva já estava pronta dias antes, para ficar ainda mais gostosa. Daí me lembrei dessa receita aqui, que fiz no meu aniversário do ano passado quando resolvi fazer uma festa de boteco, com toalha de plástico, palito Gina rolando solto pela mesa, sanduba de mortaMdela e de pernil. Teve também um buraco quente divino. Para dias de festão ou de petit comité.

O que usar:
- 2 kg de batata bolinha (escolha as menores);
- 500 ml de azeite;
- meio copo de vinagre branco;
- 2 cebolas grandes picadas em rodelas;
- 6 dentes de alho;
- 3 pimentas dedo de moça sem sementes;
- imenta rosa a gosto;
- 3 folhas de louro;
- orégano;
- sal;

Como fazer:
Lave bem as batatas com buchinha/escovinha em água corrente. Depois, leve-as para a panela para cozinhar (não use pressão para elas não abrirem!) com sal e o vinagre branco. Em casa não demorou mais do que 15 minutos para elas ficarem macias. As batatas não podem desmanchar, por isso, vá espetando com um palitinho de tempo em tempo.
Pique a cebola em rodelas, amasse ou pique os dentes de alho (fizemos meio a meio; no socador, amassamos alguns com a pimenta dedo de moça sem semente e acrescentamos os outros em fatias fininhas), pique a pimenta. Em uma panela coloque um pouco do azeite, a cebola, o alho, as folhas de louro, a pimenta, o orégano e a pimenta rosa. Mexa sem parar para a cebola murchar e ficar transparente. Coisa rápida.
Com as batatas cozidas e frias, as acomode em um pote com tampa, jogue por cima a cebola e despeje sobre elas mais azeite. Feche e deixe fora da geladeira por 3 dias, mexendo sempre que possível. Três dias depois, pegue seu palito Gina, abra uma cerveja gelada e deguste as batatinhas em boa companhia. Eis o que farei.

1 de ago. de 2011

Sopa de milho e brócolis

Outra receita de sopa com milho. Desta vez, não é o mingau de milho verde, mas essa sopa de milho com brócolis, receita que a Mari, minha irmã prendada, aprendeu outro dia. Aproveite que o friozinho voltou, vai que ele vá embora de vez e só volte ano que vem...

O que usar:
- 5 espigas de milho;
- 2 cubos de caldo de legumes;
- 1litro de água;
- 4 dentes de alho amassados;
- 1 pacote de queijo ralado;
- azeite;
- brócolis picado;

Como fazer:
Retire os grãos de milho com uma faca afiada, cortando bem rente ao sabugo. Numa panela, junte os grãos de milho com o caldo de legumes dissolvido na água fervente. Cozinhe em fogo baixo por mais ou menos 15 minutos. Espere amornar, bata no liquidificador e passe a mistura por uma peneira.
Doure bem o alho no azeite e junte o brócolis. Acrescente o caldo de milho passado na peneira e deixe cozinhar por mais 10 minutos. Junte o queijo ralado e sirva.

28 de jul. de 2011

Quinzinho de Barros

O zoo de São Paulo é super bacana, super cheio de bichos, super bem cuidado, mas super longe e super grande. Vamos combinar que dá maior preguiça se abalar até o sul da zona sul para visitar os elefantes, leões e girafas. É por isso que, para mim, o Quinzinho de Barros, o zoo de Sorocaba, é no ponto. Não tem o que fazer com as crianças, mas também não quer passar o dia inteiro em um passeio? Só o Quinzinho salva.
Nunca tinha ido ao zoo de Sorocaba até a Lorena nascer. E, da primeira vez em que fui, fiquei muito bem impressionada. O zoo é bem arrumado e tem uma diversidade grande de animais. Tem um viveiro de aves interativo, com trilha para os visitantes passarem próximos aos animais, tem muitos macacos, tigre, hipopótamo, elefante, urso, leão (quem já viu o leão acordado, favor de manifestar) e mais um monte de outros bichos. Os elefantes ficam bem próximos, para a gritaria dos pequenos. E, melhor, todo o circuito pode ser feito tranquilamente em duas horas. Claro, se quiser levar frutas para um piquenique o passeio pode se estender.
Na última semana, Lola foi ao zoo com os dindos, que se armaram de carrinho anti-braços cansados e frutas para um piquenique. Na hora de embora a dinda Mari perguntou: "Lola, do que você mais gostou?". Lola: "Da uvinha, dinda!". Não parece, mas ela adora o zoo.

* O Quinzinho de Barros fica em Sorocaba e abre de terça a domingo, das 9 às 17 horas. Preço: R$ 3,00.

27 de jul. de 2011

Alcachofra preguiça

Dá para fazer alcachofra recheada e tudo mais, mas a alcachofra básica é também muito boa. Este fim de semana, com os amigos em torno da lareira, decidi preparar algumas delas, só para ficar beliscando e jogando conversa - e pétalas - fora. Não demorou nem 40 minutos para ficar pronto e ficou uma delícia.

Para 8 alcachofras
O que usar:
- azeite;
- 1 cebola;
- 1 xíc. (café) de vinagre (opcional);
- 1/2 xíc. (chá) de vinho branco (opcional);
- 2 folhas de louro;
- água para cobrir;
- sal.

Como fazer:
Não tem segredo. Se você preparara alcachofra só com sal, vai ficar boa. Se preparar com um refogado, vai ficar delícia. Se jogar um tempero extra também. Fiz um refogado com cebola e tempero caseiro, juntei um pouco de vinho, o louro e pronto. Em fogo baixo, ela ficou fervendo por uns 20 minutos. O ponto é quando a pétala se solta com facilidade. Para acompanhar, o marido fez um molhinho com mostarda + molho inglês + azeite + alcaparra (no meu dispensei alcaparra). Há também quem sirva com vinagrete. Daí foi só pegar a pétala, "chuchar" a pontinha no molho e ficar feliz.

26 de jul. de 2011

Alcachofra recheada

Aqui em casa, sempre optamos pela receita básica de alcachofra, mas esta receita, que fiz já há algum tempo, vale o post. É bem mais trabalhosa - e mais calórica -, mas não tem erro, fica uma delícia. 

Farofa para o recheio
O que usar:
Para 8 alcachofras
- 4 pães torrados (ou farinha de rosca; pode ser temperada);
- 2 dentes de alho amassados;
- 300 g de parmesão ralado;
- pimenta do reino;
- 100 g de amêndoas laminadas (para enfeitar);
- muito azeite.

Como fazer:
Primeiro você tem de cozinhar as alcachofras em água com folhas de louro, sal e tirar os espinhos do seu centro ( veja passo-a-passo de como preparar alcachofras aqui). Enquanto elas estão no fogo, triture o pão torrado no liquidificador. Depois, agregue o parmesão e o alho amassado. A farofa vai ficar bem soltinha. E é assim mesmo. Quando as alcachofras já tiverem limpas e cozidas, recheio o centro com essa farofa e também o vãozinho entre as pétalas. Decore com amêndoas laminadas e mais parmesão, regue com muito azeite, salpique pimenta do reino e leve ao forno médio por cerca de 25 minutos (se elas estiverem frias. Eu fiz tudo com antecedência e deixei a assadeira já pronta no forno). A farofinha fica crocante e molhadinha, uma perdição.

25 de jul. de 2011

Como preparar alcachofras

Muita gente nunca comeu alcachofra. Normal, né? A safra é curta e o preço não ajuda. Aqui em casa, ela dá as caras umas duas, três vezes por ano. Não é complicado preparar alcachofra, dá para fazê-la de uma maneira mais simples, refogada e servida com molho viagrete ou de mostarda ou o que mais você quiser, ou recheada. Já que a safra está começando, eis um passo-a-passo para você se animar e experimentar essa delícia.Antes de tudo, é preciso cortar o talo da alcachofra. Corte com uma faca bem rente ao bumbum da alcachofra, se é que vocês me entendem. Pegue uma faca bem afiada e corte as pontas das pétalas da alcachofra (ou com a tesoura, achei mais fácil até). Para abrir as pétalas, bata a alcachofra ná pia para ela dar uma afrouxadinha. Ela vai ficar como essa primeira foto.É assim que ela vai para a panela, com um refogadinho de azeite, cebola e alho. Se quiser, incremente com vinagre, vinho branco, duas folhinhas de louro e sal. Cubra as alcachofras com água. Assim que as pétalas estiverem macias e soltando da "base" da flor, está pronto. Cerca de 25 minutos no meu fogão. Elas estarão prontas de você quiser comê-las sem nada ou com um molhinho de salada (receita detalhada aqui). Mas você também pode recheá-las.Se você digitou a opção número 2 (dã), o trabalho continua. Cuidadosamente, com a ajuda de duas colherzinhas vá abrindo a flor até chegar no espinho. Na foto, embaixo dessa camada roxinha tem um monte de espinhos, que, sim, espetam a mão e que não convém comer.
Na foto, a alcachofra já sem espinho e prontinha para ser recheada. O legal é rechear não só o buraco que fica dentro da flor, mas também os vãozinhos entre as pétalas (receita de alcachofra recheada aqui). Mas daí, eu sei, resta uma última pergunta: Mas como é que se come alcachofra?
Ah, essa é a parte mais simples. Você destaca as pétalas com a mão e come apenas esse gordinho branco da pontinha, puxando com os dentes. É todo esse trabalho para comer essa beiradinha aí, mas vale a pena, vai por mim. No fim, para quem aguentar, ainda tem de brinde o fundo da alcachofra, ou seja, o bumbum da alcachofra, que é bem mais fácil de se ver por aí. Eu, particularmente, prefiro a pontinha carnudinha das pétalas.

24 de jul. de 2011

Época de...

Quando aparece algo diferente na despensa de casa, pode saber que foi o marido que fez compras. Semana passada, lá veio ele com as sacolas e, dentro delas, alcachofras. Não parece, mas é muito fácil preparar alcachofras. Jantamos quatro delas na sexta-feira, duas per capita e, no dia seguinte, voltamos ao supermercado para comprar todas as outras que ficaram abandonadas por lá. Ontem foi dia de lareira, vinho e alcachofra. Muito bom. Receitas a seguir.

21 de jul. de 2011

Arroz com suã

Então fica combinado que ninguém vai ligar para a panela velha nem para a apresentação do prato. Só assim, livre de preconceitos e desligado da aparência, você vai provar um dos pratos mais gostosos de Tatuí, o arroz com suã. Ao lado do mingau de milho verde e da bisteca do Caipirinha, o arroz com suã é um dos clássicos da cidade. A aparência não é incrível, mas se você não fizer vai se arrepender. É uma comida simples, mas se você quiser sofisticá-la, basta dizer que é um risoto de carne suína com ervas caseiras!

O que usar:
Para 8 pessoas.
- óleo;
- 1 1/2 kg de suã de porco;
- 1/2 kg de costelinha de porco;
- 2 cebolas grandes;
- 5 dentes de alho picado;
- 3 xíc. de arroz;
- sal;
- salsinha;
- queijo ralado;

Como fazer:
Aqui em Tatuí é fácil encontrar o corte de suã, mas em São Paulo talvez você precise encontrar um bom açougue e um bom açougueiro. O preparo é muito simples, tirando que é preciso fritar toda a carne antes. Em uma panela, coloque o óleo e frite a costelinha e o suã (a carne já temperada com sal, pimenta e limão). Retire o excesso de óleo. A panela vai ficar "suja" e é esse grude do fundo que vai dar a cor (e o sabor) ao prato. Por isso, não troque de panela! Bom, depois de tirar o óleo, junte a cebola picadinha e o alho. Frite tudo e também o arroz. Daí prepare como um arroz normalmente. Seis xícaras de água, sal e deixe em fogo baixo. O ideal é que o arroz fique molhadinho. Desligue o fogo e coloque salsinha picada e queijo parmesão ralado. Sirva com limão e, se quiser, salada de rúcula. Bom demais. Não duvide.
* Agradecimento especial ao primo Rô, especialista em efeitos especiais, que conseguiu deixar um prato de arroz com suã bonito. =)

19 de jul. de 2011

Chá de gengibre e cardamomo

O tempo seco me trouxe uma dor de garganta daquelas e, no final de semana, emudeci, literalmente. Não sobrou nenhum fio de voz, só aquele grunhido sussurrado, para o meu desespero. Fiquei afônica em dia de fechamento de trabalho e não pude ligar nem atender nenhum telefonema. Daí, ontem, deixei os sprays e as pastilhas enjoativas de lado e resolvi me entupir de algo mais gostoso, chá de gengibre.

Confesso que não sou muito de chá, até que provei um chá com gengibre, maracujá e mel no Maní, da chef-bonitona Helena Rizzo e... que delícia! Ontem, em uma googada, fui juntando todos os ingredientes cicatrizantes, fortificantes, espanta-gripe, anti-ziquizira do mundo e fui para a cozinha. O chá ficou uma delícia e hoje, olha que bom, até consigo falar umas quatro palavras seguidas! O chá vale para quem está rouca, gripadinha ou para quem quer se aquecer com uma caneca de carinho.

Chá de gengibre e cardamomo
O que usar:
Para 1 caneca
- água filtrada na medida da caneca;
- 3 colheres de açúcar (opcional adoçar com mel);
- 1 dedo de gengibre ralado;
- 2 cravos;
- 1 semente de cardamomo;
- 1 pau de canela;

Como fazer:
Coloque o açúcar em uma caneca e, assim que ele caramelizar, jogue a água. Acrescente o gengibre ralado, quebre a baga do cardamom e retire as sementes. Junte tudo com os outros ingredientes. Deixe ferver por 3 minutinhos. Tampe a caneca com um prato de sobremesa para abafar o chá, por 1 minuto. Sirva em uma caneca e beberique devagarzinho. Um santo remédio.

18 de jul. de 2011

Frango escurinho

Sei das minhas limitações, por isso, quando vejo o Claude Troisgros cozinhando na TV, nem me atrevo a fazer a receita, só fico sonhando em ir ao Rio e visitar o restaurante dele. Mas quando vejo algo que me parece bem simples e apetitoso, corro para anotar. Essa receita foi esse caso. De tão simples, anotei mentalmente. Faço sempre em casa, com um purê de batata e um arroz branco. O frango fica macio, suculento, saboroso, hummm...

Frango com cerveja e sopa de cebola
O que usar:
Para 2 pessoas
- 700 g de coxa e sobrecoxa sem pele;
- 2 limões;
- 1 pacote de sopa/creme de cebola;
- 1 garrafa de cerveja preta (às vezes coloco 2, para ter mais "molhinho");
- 3 dentes de alho;
- pimenta do reino;

Como fazer:
No dia anterior, separe as coxas e sobrecoxas e tire a pele do frango. Em uma panela funda coloquei o frango, a sopa de cebola, os 3 dentes de alho moídos, esprema os dois limões, pimenta do reino moída na hora e a cerveja. Coloque a panela na geladeira. A receita tem de ser feita do dia para o outro, ou, ao menos, com 4 horas de antecedência, para o tempero pegar.
No dia seguinte, cinquenta minutos antes da hora do almoço, tire a panela da geladeira e coloque no fogo baixo. Com 20 minutos de fogo, vire os pedaços de frango e confira se precisa de sal (normalmente, não). Com mais 25 minutos de fogo está pronto. Complicado, não?

15 de jul. de 2011

Parque Ecológico de Boituva

Quando digo que moro no interior, dez entre dez pessoas falam: nossa, que delícia! E já imaginam que minha filha vive no meio de muito verde, com parques e animais à disposição. Obviamente, para as bandas de cá, a qualidade de vida é melhor, não há trânsito e o ar é limpinho. Mas, especialmente a minha cidade, Tatuí, é muito carente de área verde. Temos praças - e só. Há pouco tempo a Prefeitura passou a administrar um parque, o Maria Tuca. Essa semana, coloquei as crianças no carro e fomos para lá. Depois de três quilômetros de estrada de terra, fomos informados que o parque só abre aos finais de semana. O parque estava lá, aparentemente bem conservado, vazio e fechado em plenas férias escolares.
Daí que minha co-pilota lembrou que em Boituva, uma cidade próxima, tem um parque ecológico. E lá fomos nós. O Parque Ecológico de Boituva nos surpreendeu. Além de ter uma ampla área verde, ele ainda tem inúmeros animais silvestres, que são encaminhados para lá depois de serem apreendidos pela polícia. Tem arara azul, arara vermelha, veadinho, patos, tartaruga, macacos, jacaré, pavão, capivara e até um furão e um veadinho.
O passeio é super agradável. Você caminha por uma trilha em volta do lago e vai passando pelos bichos. Se você for para lá por volta das 3h30 da tarde, ainda vai ver o tratador alimentando os animais. As crianças adoraram ver o que o macaco comendo mamão e maçã. Esse macaco aí de cima estava numa carência só. Do lado de fora da grade, as crianças faziam macaquices e ele, nada...
O parque de Boituva ainda tem um parquinho com balanços, gangorras e gira-gira. Bem simples, mas bem conservado e, melhor, os brinquedos ficam debaixo das sombras das árvores. Tem também mesas de piquenique. Perto do parquinho, uma pequena trilha em meio a um bambuzal para dar gostinho de aventura. Manu, Laurinha e Lola caminharam gritando, só de farra.
As três mocinhas fazendo pose em um dos lagos. Ao fundo, a cidade de Boituva. Se você é da região e quer fazer um passeiozinho rápido, só para lembrar as crianças que férias é época de passear, vai lá. Dá para gastar algumas horas por ali - e parte da energia dos pequenos.
O Parque Zoológico Eugênio Walter fica na Avenida Pedro Eid, sem número (joga no Google). Tem uma pequena lanchonete. E, melhor, abre de terça a sexta, das 8 às 16 horas. Aos sábados e domingos, das 8 às 16h30. Tel.: (15) 3263-5302.